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domingo, 29 de maio de 2011

A arte de Miguel Pastor no Rio de Janeiro

Miguel Antônio Pastor é um artista que deixou numerosas obras públicas na cidade do Rio de Janeiro, mas pouco se conhece a seu respeito. Ele nasceu em Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, em 26 de março de1930 e faleceu em 1987 no Rio de Janeiro. Ficou conhecido pela sua brilhante atuação na escultura e como cenógrafo, apesar de ter sido autodidata em ambas as especialidades.

Como o objetivo deste blog é tornar públicas as informações, na intenção de ser fonte de novas pesquisas, vou apresentar todas as obras desse artista conhecidas até a presente data no Rio de Janeiro.

Em post anterior, apresentei uma das obras de Miguel Antônio Pastor, o Monumento à Princesa Isabel. Não há registro dessa obra em nenhum catálogo – somente foi possível sua identificação através das fotos.

As demais obras conhecidas de Miguel Antônio Pastor nos espaços públicos do Rio de Janeiro são estas, em ordem cronológica das datas de inauguração:

1. Monumento a Alain Pedro, em Campo Grande, inaugurado em 1958 (foto de 1959)



2. Monumento a Paizinho Quincas ou Preto Velho, em Inhoaíba, de 1958




3. Monumento a Orlando Silva, na praça de mesmo nome no bairro do Cachambi, de 1959


4. Monumento a Artur Azevedo, na frente do teatro de mesmo nome em Campo Grande, de 1960



5. Monumento ao Ventre Livre, ao lado do Teatro Artur Azevedo, provavelmente da mesma data


Junto a esses totens há um painel com as imagens dos principais abolicionistas.



6. Imagem de Santa Sofia, na praça de mesmo nome em Inhoaíba, de 1968




7. Monumento ao Comendador Serafim Moreira, próximo ao exemplar anterior e inaugurado no mesmo ano. A foto da obra original

                                                


8. Monumento a Freire Alemão, na Praça Francisco Barbosa, cuja data de inauguração é desconhecida.


Nas últimas semanas, Sílvia Fernandes alertou-me sobre uma obra de Miguel Antônio Pastor que se encontra na Lona Cultural Elza Osborne, em Campo Grande, somando mais este painel à lista de trabalhos do artista que eu já havia identificado.

Sobre a Lona Cultural, Sílvia me escreveu: “Trata-se o espaço do antigo Teatro Rural do Estudante, um movimento teatral iniciado em 14 de julho de 1952 por Herculano Carneiro e jovens artistas da época. Foi o precursor da ação que, além do Teatro de Arena (1958), inaugurou também o Teatro Artur Azevedo (1956).”




A fachada da lona cultural:

                                         




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